Pular para o conteúdo
Voltar

Defensoria Pública participa de evento para aprimorar eficácia do Judiciário em Juína

Os defensores públicos Marcelo Pompeo Negri e João Tomaz Neto representaram a Instituição no encontro, na última quarta-feira (dia 22), em Juína (cidade polo no noroeste do estado), com o objetivo de melhorar os serviços prestados pela Justiça na região
Alexandre Guimarães | Assessoria de Imprensa/DPMT

Divulgação
A | A

Na quarta-feira (22), às 17h30, a Defensoria Pública de Mato Grosso participou do projeto “Corregedoria em Ação”, promovido pelo Tribunal de Justiça, no Fórum de Juína (735 km a noroeste de Cuiabá). O intuito da ação é visitar as comarcas polos do estado, levantando informações e ouvindo quem atua diretamente no sistema judicial estadual a fim de melhorar os serviços prestados.

“Aproveitamos a ocasião para solicitar atenção especial, de forma geral, para a 2ª vara da comarca, que há tempos não tem juiz titular, apesar do excelente trabalho realizado pela Dra. Daiane Marilyn Vaz, juíza titular de Brasnorte, que está designada temporariamente para jurisdicionar naquela vara”, afirmou o defensor Marcelo Pompeo Negri, coordenador do Núcleo juinense.

O corregedor-geral da Justiça, desembargador José Zuquim Nogueira, foi acompanhado dos juízes auxiliares da CGJ, Emerson Cajango e Eduardo de Almeida Cesar, além do coordenador da Corregedoria, Flávio de Paiva Pinto e do desembargador Mário Roberto Kono, presidente do Núcleo Permanente de Métodos Consensuais de Soluções de Conflito (Nupemec).

“Ainda, solicitamos um olhar diferenciado para dois processos de usucapião coletiva que estão conclusos para sentença e que beneficiarão centenas de pessoas hipossuficientes com a tão sonhada regularização de sua moradia”, pontuou o defensor.

Além dos defensores públicos Marcelo Negri e João Tomaz Neto, também participaram do encontro advogados, promotores, Polícia Militar e gestores municipais.

Segundo o TJMT, atualmente tramitam cerca de 1.900 processos na Primeira Vara, 3 mil processos na Segunda e 3.300 na Terceira Vara de Juína, números que não justificariam a criação de uma outra vara. Mesmo assimmm, o corregedor determinou estudo imediato para a ocupação da Segunda Vara. No fim do encontro, os juízes auxiliares sugeriram a possibilidade de designar, de forma cumulativa, um novo magistrado para cooperar.