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Luziane Castro é a mais votada para chefiar Defensoria Pública de Mato Grosso

Com 177 votos (85% dos votos válidos), Maria Luziane Ribeiro de Castro, 49 anos, foi a mais votada pelos membros da Instituição para o cargo de defensora pública-geral de Mato Grosso no biênio 2023-2024; foram eleitos também os novos membros do Conselho Superior da Defensoria Pública; a lista dupla das candidatas mais votadas segue agora para apreciação do governador Mauro Mendes; posse da nova defensora-geral e dos novos conselheiros vai ocorrer no dia 2 de janeiro de 2023
Alexandre Guimarães | Assessoria de Imprensa/DPMT

Bruno Cidade/DPMT
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Maria Luziane Ribeiro de Castro, 49 anos, foi a mais votada pela categoria para ocupar o cargo de defensora-geral de Mato Grosso, nos próximos dois anos (2023-2024), com 177 votos (85% dos votos válidos).

Ao todo, 202 defensores públicos, entre ativos e inativos, estavam aptos a votar. Cada eleitor tinha direito a dois votos. Foram 187 votos brancos e quatro abstenções.

Realizado por meio de votação eletrônica, o pleito teve início ao meio-dia, nesta sexta-feira (4), e foi encerrado às 17h30.

Pela primeira vez na história da Defensoria Pública Estadual, duas candidatas disputaram o cargo de chefia – a oponente era a defensora Kelly Christina Veras Otacio Monteiro, 48 anos, que teve 32 votos.

Agora, o ato de nomeação da nova defensora-geral segue para apreciação do governador Mauro Mendes, e deve ser assinado e publicado no Diário Oficial do Estado antes da posse, agendada para o dia 2 de janeiro de 2023.

Luziane, que ingressou na Defensoria em 2004, ocupa o cargo de secretária executiva desde 2019, e será a segunda mulher a chefiar a Defensoria Pública Estadual – a primeira foi Karol Rotini, entre 2007 e 2008.

Com o lema “Por Uma Defensoria Cada Vez Mais Forte”, a chapa da nova defensora-geral é composta por Rogério Borges Freitas, primeiro subdefensor-geral, Maria Cecília Alves da Cunha, segunda subdefensora-geral, e Clodoaldo Queiroz, secretário executivo.

Queiroz é o atual chefe da Defensoria Pública. Ele assumiu o cargo de defensor-geral em janeiro de 2019 para um mandato de dois anos, e depois foi reeleito para o biênio 2021-2022, completando quatro anos no comando da Instituição.

O programa da nova Administração Superior está organizado em quatro eixos, que representam as principais metas da nova gestão: I- Fortalecimento da autoestima; II- Gestão democrática e participativa; III- Prioridade para a atividade fim e investimento em melhores condições de trabalho; IV- Fortalecimento.

A comissão eleitoral foi composta pela presidente, Karol Rotini, e pelas defensoras Paula Fernandes (secretária) e Milena Bortoloto (membra), além de dois suplentes.

Essa é a segunda vez que os defensores utilizaram o sistema de votação eletrônico, que permitiu a participação remota e emitiu o resultado instantaneamente, logo após o encerramento do pleito, às 17h30 – cada eleitor recebeu a confirmação do voto eletrônico, automaticamente, por e-mail.

Conselho Superior – Além da escolha da nova defensora-geral, foram eleitos também, para os próximos dois anos, os novos membros do Conselho Superior da Defensoria: André Rossignolo (112 votos), Gisele Chimatti Berna (109), Nelson Gonçalves (103), Júlio Diniz (102), Guilherme Rigon (98), João Paulo (96), Vinícius Fuzaro (95), e Tiago Passos (90).

Cid Borges (85), Diogo Horita (79), e Regiane Xavier Ribeiro (72) ficaram com as vagas de suplentes.

De caráter consultivo, normativo e decisório, o Conselho Superior é composto 13 membros, sendo cinco natos – defensor-geral, primeiro subdefensor-geral, segundo subdefensor-geral, corregedor e ouvidor – e oito eleitos, estáveis, em efetivo exercício.

A posse da nova defensora-geral e dos conselheiros eleitos será realizada no dia 2 de janeiro de 2023.