A Defensoria Pública do Estado de Mato Grosso (DPMT) aderiu ao “Manual de Redação da Defensoria Pública”, lançado pelo Conselho Nacional das Defensoras e Defensores Públicos-Gerais (Condege) e que passa a ser utilizado como base de comunicação entre a Instituição e o público interno e externo. Elaborado durante dois anos pelo Condege, o material foi uma colaboração de membros e servidores da Coordenadoria de Comunicação do próprio Conselho e tem como objetivo padronizar a comunicação da Defensoria Pública de todo o Brasil.
O documento é destinado a profissionais da comunicação da Defensoria Pública dos estados e do Distrito Federal. O material possui caráter orientador e respeita a autonomia e as particularidades de cada instituição.
O texto, a revisão e a edição ficaram sob responsabilidade de Katiúscia Formiga Miranda Silva, diretora de Comunicação da Defensoria Pública do Acre (DPAC); Lívia Amaral, chefe de Jornalismo da Defensoria Pública de Goiás (DPGO); e Socorro Boaes, diretora de Comunicação da Defensoria Pública do Maranhão (DPMA). A diagramação e o projeto gráfico foram desenvolvidos por Uillsam Cavalcante, designer gráfico da DPAC.
A elaboração contou com contribuições obtidas por meio da escuta ativa de comunicadores presentes na plenária do “VII Seminário Nacional de Comunicação e Defensoria Pública”. A equipe de Comunicação da Defensoria Pública do Rio de Janeiro (DPRJ) contribuiu com o conteúdo sobre linguagem acessível e inclusiva.
O documento foi aprovado durante a gestão da defensora pública-geral de Mato Grosso, Luziane Castro, que à época estava à frente da presidência do Condege. A equipe de Comunicação da Defensoria Pública do Estado de Mato Grosso (DPMT) participou do processo contribuindo para a organização e a formatação do material. O manual foi apresentado aos defensores públicos-gerais durante reunião do Condege realizada em Cuiabá, como parte da construção de orientações compartilhadas para uma comunicação mais clara, acessível e inclusiva.
A proposta é estimular a utilização do Manual como referência comum na produção de conteúdos institucionais, na adoção de linguagem simples, na identificação da Instituição e no tratamento de temas relacionados à diversidade, aos direitos humanos e à proteção das pessoas assistidas.
A proposta vai além da uniformização de textos e imagens. O Manual busca fortalecer o senso de pertencimento dos públicos interno e externo, reforçando a unidade da Defensoria Pública, independente da localidade em que atua. Também se apresenta como uma ferramenta dinâmica, sujeita a atualizações para acompanhar novas regras e conceitos sociais.
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