Walter Arruda, presidente da Federação Mato-Grossense das Associações de Moradores de Bairro (FEMAB), elogiou o documentário. “Eu achei interessantíssimo e reflete a realidade das nossas lutas no campo, na cidade, nos bairros, principalmente os bairros que mais precisam dessa parceria com a Defensoria, uma parceria que nos dá segurança jurídica e, acima de tudo, nos dá esperança por dias melhores. A Defensoria é o SUS do Judiciário”, disse ele.
Inácio Werner, que é membro do Fórum Estadual Direitos Humanos da Terra, ressaltou que o documentário mostra que, mesmo com desafios logísticos, a DPEMT busca estar próxima da população que precisa. “O documentário retrata aquilo que a Defensoria faz no chão, no dia a dia, na vida das pessoas, o quanto que ela faz a diferença para as pessoas. Ele trouxe numa forma bem sintetizada, mas muito concreta, a vida das pessoas que vivem com desafios nas mais longínquas estradas, onde tem estrada ou não tem estrada, a Defensoria chega nesse momento”.
“É uma emoção muito grande, é um trabalho muito lindo. A Defensoria Pública não apenas dá voz aos mais vulneráveis, mas a gente agora também mostra. A Defensoria já fez isso uma vez, através de um livro, e agora, pela primeira vez, através de um documentário. É claro que o objetivo não é apenas mostrar essas pessoas, mas tentar também conscientizar um pouco da sociedade de que ali existem pais de família, mães de família, pessoas que lutam, pessoas de boa-fé que ocupam aquela área, que se identificam com aquela área e que, portanto, são direitos fundamentais que precisam ser levados e compreendidos sob um viés maior por toda a sociedade. Conscientizar, o documentário faz isso, de conscientizar a sociedade, chamar a atenção pra isso”, explicou o defensor público, Fábio Barbosa.