A Defensoria Pública do Estado de Mato Grosso (DPEMT) inaugurou, nesta quinta-feira (7), a nova sede do Núcleo de Pedra Preta (242 km de Cuiabá).
A entrega marca a expansão do projeto “Pintando Mato Grosso de Verde”, levando uma estrutura moderna e acessível para o centro da cidade, na Rua Marechal Rondon, nº 419.
“É uma alegria muito grande inaugurar o núcleo da Defensoria Pública em Pedra Preta. É uma oportunidade em que vamos conseguir fazer o atendimento direto à população. Até agora fazíamos o atendimento somente na modalidade remota. Com a instalação que agora inauguramos efetivamente vamos ter um espaço apropriado e adequado para esse acolhimento tão desejado da nossa população que tanto precisa. É uma alegria muito grande estar vivendo esse momento dentro do nosso Projeto Pintando Mato Grosso de Verde, com mais um núcleo sendo entregue”, disse a defensora pública-geral, Luziane Castro.
A coordenadora do Núcleo Unificado de Pedra Preta e Guiratinga, Sandra Cristina Alves, que atua na região há dois anos, afirmou que poder atender a população presencialmente, com a instalação da unidade, é uma sensação de vitória.
“A gente olhar para o núcleo físico, com essa estrutura, com esse mobiliário, com espaço para acolher as crianças e com a possibilidade de dar conforto para essa população que precisa tanto aqui no município é uma sensação de vitória”, comemorou ela.
Recém-chegado para atuar no Núcleo, o defensor público Luis Henrique Cotting ressaltou que, apesar dos avanços da comunicação por meio da tecnologia, o contato presencial é essencial.
“Hoje é uma honra estar aqui no núcleo. Eu inicio em poucos dias a minha atuação nessa comarca. É essencial ter um núcleo físico para atender a população. A Defensoria Pública é a porta de entrada da justiça da maior parte da população brasileira. E a gente sabe que embora haja uma expansão da comunicação através dos meios tecnológicos ainda assim o contato presencial e humanizado é essencial”.
Uma das pessoas atendidas pela Defensoria Pública em Pedra Preta é Raulinda Pinheiro, que buscou auxílio da instituição há 10 anos para conseguir uma bomba de infusão de insulina.
“Sou diabética desde os 8 anos de idade e com o decorrer dos anos a doença foi piorando. E com isso há 10 anos precisei procurar a Defensoria para adquirir uma bomba de infusão de insulina e, por ordem judicial, eu ganho todos os insumos da bomba, que é tudo muito caro. E eu consegui através da Defensoria”.